Na manhã deste domingo (1), cerca de 30 pessoas, incluindo defensores de animais, protetores, ativistas, veterinários e integrantes de associação de proteção, se reuniram na Praça do Santíssimo Salvador, no Centro de Campos, em um protesto em repúdio ao assassinato brutal do cachorro Orelha e contra os maus-tratos e crueldade a animais que acontecem em Campos e em todo o país. O ato integrou o levante nacional que colocou milhares de pessoas nas ruas do país neste domingo em defesa dos direitos dos animais.
Em Campos, os manifestantes levantaram faixas pedindo justiça para Orelha e para todos os outros animais vítimas de crueldade, e pedindo o endurecimento das leis contra maus-tratos e violência a animais. Foram citadas legislações atuais e o que está em trâmite na política na luta por direitos, envolvendo tanto animais pequenos, como cães e gatos quanto animais grandes (como cavalos) e animais silvestres.
"Defendemos aumento de pena não apenas para violência contra cães e gatos (que foi pra de 2 a 5 anos, com a Lei Sansão), mas também para os outros animais, como os cavalos e animais silvestres, cuja violência contra eles ganhou aumento de pena em Brasília com a aprovação do PL 347/03, que foi pro Senado, e aumenta pra de 2 a 8 anos de reclusão, inafiançável, o que ainda achamos pouco", defendeu a ativista, jornalista e pós-graduanda em Direito Animal, Thaís Tostes.
O projeto foi puxado pela associação de proteção Agrada junto com ativistas e protetores, e também contou com a sensibilização do padre Rômulo, que terminava uma missa na Catedral São Salvador e pegou o megafone pra dizer que é sensível à causa e que também perdeu um animal vítima de violência (envenenamento).











